segunda-feira, 13 de abril de 2009

Pensamentos soltos em uma segunda nublada

Todos passam por um período em que não sabem se valorizar.


É bom ter tido um pouco de trauma.


E também, do contrário, todos te odiariam!


Eu prefiro ter sido um pouco infeliz a ser excluído pelos amigos.

Interessante o fascínio que os tombos provocam, principalmente para quem arrisca na vida.

Muitas pessoas acreditam que seja uma forma de masoquismo ou algo que o valha, mas para quem se coloca em desafio é uma busca de provar superação e poder ultrapassar os limites do estabelecido e do nível medíocre da sociedade em geral.

Na vida, a superação e a evolução são o termômetro para avaliação qualitativa de quem arrisca, muitas vezes acontecem erros no percurso e é aí que entram os tombos. Diferente de outras pessoas, comuns e ordinárias, a prática dos que caem depende apenas de uma pessoa, seu ego e o desejo de provar a si mesmo que é possível realizar feitos fora dos padrões.

Eu caí, doeu, mas caí feliz pois estava tentando algo que realmente queria fazer.