Meu instrumento de corte: a palavra.
Minha vítima: o leitor incauto.
Minha meta: instigar reflexão, excitando.
Minha cara: pouco veiculada.
Meu diálogo com o público: um monólogo interior.
Minha foto: a tirada por alguém com teleobjetiva atrás de uma árvore em uma noite chuvosa em Pouso da Cajaíba.
Meu número de telefone: nem minha família sabe.
Meu paradeiro: desconhecido, mas a capital paulista é meu berço.